Quando o silêncio entre dois fica alto.
As mesmas brigas que voltam. O afeto que esfriou. A distância que cresceu sem aviso. Terapia de casal não é decidir quem está certo. É criar um espaço onde os dois possam falar e ser ouvidos de verdade.

silêncio à mesa
A gente já não briga mais. E isso, no fundo, dói mais do que brigar.
Não estou aqui para dar razão. Estou para sustentar a escuta.
Trabalhamos o que acontece entre vocês, agora, na sessão.
Sessões por vídeo ou na Tijuca, conforme combinarmos.
O que costuma chegar aqui
Frases que só aparecem quando ninguém está ouvindo.
“A gente discute a mesma coisa há cinco anos. Muda o motivo, não muda o roteiro.”
“Eu não lembro a última vez que ele me olhou daquele jeito. Acho que esqueci o jeito.”
“A gente se segura por causa dele. Mas ele também está vendo a gente se segurar.”
“Eu não sei se eu consigo perdoar. E também não sei se eu consigo ir embora.”
“Ele quer ter filho. Eu quero a minha vida de volta. Como que se encontra o meio disso?”
“A gente se ama. Mas a cama virou um cômodo onde se dorme.”
Se algo dentro de você reconheceu alguma dessas frases, esse espaço foi pensado para isso. Não como conteúdo de internet. Como clínica, semanal, com profundidade.
Para quem é
Para casais que querem se reencontrar, ou se separar com dignidade.
Casais que brigam pelos mesmos motivos há meses ou anos.
Quem sente que o afeto esfriou mas não sabe nomear o porquê.
Casais atravessando crise depois da chegada de um filho.
Quem está pensando em separação mas quer entender antes.
Casais que decidiram se separar e querem fazer isso com cuidado.
Quem está reconstruindo confiança depois de uma quebra.
Como funciona
Um caminho simples para começar.
- 01
Conversa inicial
Vocês me contam o que está acontecendo. Pode ser por WhatsApp, e depois uma chamada com os dois.
- 02
Primeira sessão a três
Encontro inicial de 60 minutos. Cada um fala, cada um escuta. Mapeamos juntos o terreno.
- 03
Encontros semanais ou quinzenais
A frequência depende do momento. Em geral, semanal no início, quinzenal depois.
Perguntas frequentes