O luto também precisa de escuta.
Perdas não são problemas a resolver. São travessias a sustentar. A morte de alguém, o fim de uma relação, uma demissão, um diagnóstico. Aqui, o luto não precisa ter prazo nem fórmula. Só precisa de espaço.

ano que vem
Disseram que daqui um ano passa. Faz dois. E o aniversário dela ainda me derruba.
O luto tem o tempo que precisar ter.
Pode rir, pode chorar, pode não sentir nada. Tudo cabe.
Não existem cinco fases obrigatórias. Existe a sua história.
O que costuma chegar aqui
Frases que só aparecem quando ninguém está ouvindo.
“Eu não pude entrar no quarto dela no último dia. Esse buraco eu carrego comigo.”
“Já fazem seis meses. Todo mundo acha que eu já tinha que estar bem.”
“Meu pai morreu há quinze anos. Hoje, do nada, voltou tudo. Como se fosse ontem.”
“Ninguém vê como luto. Mas eu enterrei uma vida inteira quando a gente acabou.”
“Eu sou mãe de alguém que não está mais aqui. Eu não sei mais o que sou.”
“Natal, aniversário, o domingo que era nosso. Eu vivo o ano inteiro contando as datas.”
Se algo dentro de você reconheceu alguma dessas frases, esse espaço foi pensado para isso. Não como conteúdo de internet. Como clínica, semanal, com profundidade.
Para quem é
Para quem está atravessando uma perda.
Quem perdeu alguém querido recentemente e está se reorganizando.
Quem perdeu há anos mas sente que algo nunca foi elaborado.
Pais e mães enlutados.
Quem está em luto por uma separação ou pelo fim de uma amizade.
Quem perdeu o trabalho, a saúde ou uma referência importante.
Quem sente que precisa 'já estar bem' e não está.
Como funciona
Um caminho simples para começar.
- 01
Conversa inicial
Você me conta o que aconteceu, no tempo e no detalhe que conseguir. Sem cobrança.
- 02
Construímos um ritmo
Sessões semanais que sustentem você, não que apressem o processo.
- 03
Atravessamos juntos
Não há objetivo de 'superar'. Há trabalho de integrar a perda à sua história e seguir vivendo.
Perguntas frequentes